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oremos pela educação

Na última quarta-feira, dia 13 de maio, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou um dos maiores rankings globais sobre a qualidade na educação. A pesquisa que abrange dados de 76 países avaliou as habilidades de estudantes na faixa dos 15 anos, por meio de testes de ciências e matemática. O Brasil ocupa a 60ª posição, seguido por outros países da América Latina, como a Argentina (62ª), Colômbia (67ª) e Peru (71ª).

Professores mal pagos, violência, descaso, falta de assistência e de estímulo são realidades que permeiam o dia a dia de diversos profissionais e alunos que não encontram no seio escolar um ambiente produtivo para o aprendizado e desenvolvimento pessoal. Tal deficiência no ensino traz graves consequências para o desenvolvimento do país e para milhões de adolescentes que perdem oportunidades importantes. Realidade que precisa mudar!

No livro, “É tempo de orar – 30 razões para orar pelo Brasil”, compartilhamos com nossos leitores um convite a apresentarem a Deus este tema tão importante e necessário que é a melhoria na qualidade da educação em nosso país. Neste momento oportuno, dividimos no Blog Mundo Cristão tal conteúdo:

“Uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria britânica Economist Intelligence Unit posicionou o Brasil em penúltimo lugar em um ranking global de educação que comparou quarenta países. As instituições públicas de ensino em nossa nação em geral não têm oferecido a qualidade que poderiam. Faltam professores e até mesmo material escolar e instalações adequadas.

Uma pessoa bem instruída pode realizar muito mais do que imagina — em benefício próprio, de sua família, da Igreja, da comunidade e de sua nação. Por isso, precisamos pedir a Deus melhorias urgentes no sistema educacional brasileiro.

Oração:

Pai querido, assim que os israelitas voltaram para Jerusalém do cativeiro na Babilônia teu servo Esdras teve como uma de suas primeiras preocupações ensinar a Lei para o povo (Ne 8.13). O resultado foi uma grande transformação naquela sociedade. Precisamos também de uma transformação no Brasil. Por isso te pedimos, Senhor, que entres com providência para que o sistema de educação em nossa nação seja aprimorado. Que haja cada vez mais qualidade, recursos e profissionais bem preparados. Em nome de Jesus. Amém.”

Trecho do livro “É tempo de orar”. Mundo Cristão. Página 6.

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Medo e fé

maio - 14 - 2015 0 Comentário

medo e fé

Por Max Lucado em “Leituras diárias com Max Lucado – vol.2”


Depois de terem remado cerca de cinco ou seis quilômetros, viram Jesus aproximando-se do barco, andando sobre o mar, e ficaram aterrorizados. João 6.19

A fé muitas vezes nasce do medo.
O medo impeliu Pedro a pular do barco (Mt 14.28-31). Ele navegara sobre essas ondas antes. Sabia o que as tempestades podiam fazer. Tinha ouvido histórias. Tinha visto restos de naufrágios. Conhecia as viúvas. Sabia que aquela tempestade podia matar. E quis fugir.

A noite inteira ele quis fugir da tempestade. Durante nove horas ele segurara cordas de velas e lutara com os remos. Estava ensopado até a alma e cansado até os ossos dos fúnebres gemidos do vento.

Olhe nos olhos de Pedro nessa noite tempestuosa e você não verá convicção. Analise seu rosto e não encontrará uma expressão corajosa. Encontrará, sim, um medo sufocante que fazia palpitar o coração de um homem sem saída.

De seu medo, porém, nasceria um ato de fé, pois a fé muitas vezes nasce do medo.
Pense bem: você acha que, se Pedro tivesse visto Jesus caminhando sobre as águas num dia de calmaria, teria deixado o barco para ir ao encontro do Mestre?

Duvido.

Pedro tem consciência de dois fatos: ele está afundando e Jesus permanece lá, de pé. Ele sabe onde preferia estar. Não há nada de errado nessa reação. A fé que surge a partir do medo nos aproxima do Pai.

Pai celestial, usa meus medos para fortalecer minha fé. Quando vierem situações que ameacem destruir-me, ajuda-me a correr para os teus braços. Amém.

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gargalhada faz bem

Por Ed Strauss em #ficadica pra ser mais esperto


Não havia tantos remédios na época em que Salomão escreveu esse versículo, e com certeza não havia máquinas de raios X ou antibióticos. Mas Salomão percebeu algo importante: “o espírito oprimido resseca os ossos”. Não literalmente, é claro. Você não vai se transformar num fóssil. Mas quando você se sente muito desanimado, é como se sua energia fosse drenada. Você fica sem vontade de fazer qualquer coisa.

Seus pensamentos podem afetar sua saúde. Se está constantemente preocupado, ou se não faz nada dia após dia, ou tem uma atitude negativa e raivosa, isso pode realmente fazer você ficar doente. […] Você pode ficar doente simplesmente com pensamentos negativos o tempo inteiro. Essas doenças são chamadas de psicossomáticas.

Por outro lado, ter um coração alegre funciona como um bom remédio. A ciência já mostrou isso. Muitas vezes a saúde de pacientes em hospitais melhora quando os doentes assistem a apresentações cômicas de palhaços vestidos de “médicos” – como faz, por exemplo, a ONG Doutores da Alegria. Deus nos fez de tal modo que, quando rimos, o cérebro libera substâncias químicas em nossa corrente sanguínea que melhoram a saúde. E, puxa vida, confiar em Deus e ficar feliz por que ele ama você faz maravilhas! Neemias 8.10 diz que “a alegria do Senhor os fortalecerá”.

Da próxima vez que estiver tentado a entrar numa fase de mau humor, tristeza ou resmungo, concentre-se nos pensamentos positivos e alegres!

O coração bem disposto é remédio eficiente, mas o espírito oprimido resseca os ossos. Provérbios 17.22

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jesus odeia a religião?

Por Augustus Nicodemus em “Polêmicas na Igreja”


Frases de efeito do tipo “Jesus é maior do que a religião” ou “Eu sigo Jesus; cristianismo é religião” não ajudam muito. Elas precisam de algumas definições para fazer sentido. Infelizmente, afirmações como essas são postadas em redes sociais, divulgadas em artigos na internet ou mesmo publicadas em livros sem que sejam esclarecidas pelos devidos argumentos.

Certa vez, deparei com a seguinte afirmação: “Jesus odeia religião”. Conheço quem afirmou isso e sei em que sentido o fez. E concordo com essa pessoa, com base no sentido que ela pretendeu dar à sua frase. Mas, como há muita gente que não sabe nem quem é Jesus, nem o que é religião, talvez seja melhor esclarecer alguns pontos.

A religião que Jesus “odiou” foi o judaísmo legalista e farisaico de sua época, por se tratar de uma distorção da religião que Deus havia revelado a Israel e pela qual os profetas tanto lutaram. E pode-se verificar essa distorção ao longo de toda a história de Israel. Antes do cativeiro babilônico, a religião judaica foi deturpada e tornou-se uma espécie de sincretismo: apesar de Javé ser o único Deus verdadeiro, os judeus também adoravam Baal e outros ídolos pagãos. Contudo, ao que parece, a deportação para a Babilônia os curou da idolatria pagã. Pouco depois, com o movimento dos macabeus e a resistência às tentativas de helenização, surgiram os fariseus e seus escribas. Em reação aos intentos helenísticos dos dominadores gregos, os fariseus criaram leis e mais leis — além daquelas deixadas por Moisés — com a finalidade de manter Israel cada vez mais separado dos outros povos. Os rabinos, isto é, os mestres judeus, transformaram em lei a graciosa revelação que Deus fez acerca de si mesmo; assim, instituíram uma religião legalista e baseada no mérito pessoal e coletivo. Logo, não se pode dizer que Jesus é contra a religião propriamente dita, mas que ele refuta correntes religiosas legalistas, meritórias e contrárias à Palavra de Deus. E, certamente, o cristianismo autêntico, que nasceu com Jesus, não pode ser incluído entre elas.

Também é importante lembrar que Jesus tomou parte em tudo o que julgava apropriado na religião de seu tempo, isso porque, embora o judaísmo do primeiro século tenha acrescentado muitas coisas ao que Moisés ensinara — e interpretado erroneamente outros aspectos da lei mosaica —, ainda retinha muito da revelação original de Deus, preservada nas Escrituras hebraicas. Jesus, portanto, não apenas se submeteu a várias ordenanças da religião sob a qual nasceu, como foi incisivo ao praticá-las: foi circuncidado; passou pelo batismo nas águas, por intermédio de João; frequentou o templo durante as festas religiosas; encaminhou ao sacerdote aqueles a quem curou, para que se cumprissem as determinações legais; orou; deu esmolas; pagou o imposto do templo; e celebrou a Páscoa com seus discípulos. Portanto, é um exagero dizer “Jesus odeia religião” sem fazer constar os devidos esclarecimentos.

E tem mais. Depois da morte, da ressurreição e da ascensão de Jesus, bem como da descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes, os apóstolos logo se organizaram em comunidades, elegeram líderes, elaboraram declarações de fé, escreveram livros que constituiriam as Escrituras, recolheram ofertas, estabeleceram locais de reunião — ou seja, manifestaram tudo o que caracteriza uma religião. Em certo sentido, então, é possível afirmar que o cristianismo é, sim, uma religião, visto que preserva aspectos comuns às religiões. É claro que para nós, cristãos, o cristianismo é a única religião verdadeira, pois somente nele Deus se revela na mediação de seu Filho, Jesus Cristo, o único caminho para o Pai.

Por fim, não se pode negar que no decorrer dos séculos o cristianismo foi amplamente corrompido, sucumbiu diante do poder e das riquezas, misturou-se com o Estado, desfigurou–se, perdeu de vista sua missão e sua vocação. Mas, toda vez que isso ocorreu, o cristianismo deixou de ser a religião verdadeira para ser uma religião falsa. Assim, o correto é dizer que Jesus odeia o legalismo religioso, sobretudo aquele que se instala dentro do cristianismo. Errado e injusto é afirmar que Jesus se opõe a toda e qualquer forma de cristianismo e oferecer como justificativa frases de efeito do tipo “Jesus odeia religião”.

Cabe a nós cuidar para que nosso relacionamento com o Senhor seja baseado em sua Palavra e manter nossa consciência cativa a seus preceitos, em vez de nos deixar levar por ensinamentos humanos.

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