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Deus sorri!

março - 26 - 2015 0 Comentário

deus sorri

Por Kay Warren em “Escolha a alegria”


“Iahweh, o teu Deus, está no meio de ti, um herói que salva! Ele exulta de alegria por tua causa, estremece em seu amor, ele se regozija por tua causa com gritos de alegria.” Sofonias 3.17, BJ

Qual você acha que seria a resposta se perguntasse a seus amigos: “Deus sorri?” Deus sorri para você?”. Muitas pessoas – mesmo cristãos, se fôssemos admitir – acreditam que Deus é um velho rabugento e mal-humorado sentado lá no céu, observando com olhos de águia à procura de maneiras de esmagar os menores pedaços de felicidade que pudermos encontrar. “Sorrir? Provavelmente não. Sorrir para mim? Não se ele souber como eu sou de verdade”.

O mundo também tem uma visão distorcida de Jesus. Existe na história um personagem mais caluniado, incompreendido e deturpado que Jesus Cristo? Ele é alternadamente reverenciado como o Salvador do mundo, o restaurador de corações, mentes e relacionamentos partidos, e injuriado como a pessoa mais perturbadora que já existiu e culpado por guerras mundiais, oportunismo nacionalista, bem como conflitos interpessoais.

Quando se trata do Espírito Santo, há confusão total entre os não cristãos. Quem ou o que é um “Espírito Santo”? Visões do Gasparzinho, o Fantasminha Camarada, ou da Mansão Assombrada na Disneylândia vêm à mente – parece estranho, fantasmagórico ou patético.

A maioria das pessoas acredita ainda que a Bíblia é um livro de desgraça e melancolia, cheio de regras tediosas e ultrapassadas que não fazem sentido em nosso ultrassofisticado mundo de tecnologia e inovação. Ou então, têm receio de ler a Bíblia, com medo de que não serão capazes de extrair sentido do que leem ou presumindo que serão bombardeadas com palavras de condenação, vergonha e culpa.

Um mundo observador precisa ouvir de nós que Deus personifica a alegria. Eles precisam saber que Jesus foi tanto um homem de alegria como um homem de tristezas. Precisam saber que o Espírito Santo concede alegria como um direito inato. Precisam saber que a Bíblia é um livro de alegria, com mais referências a contentamento, sorrisos e diversão do que a lágrimas, mágoas e tristezas. Lembre-se, temos de perguntar constantemente a nós mesmos: “Por que acreditariam que Deus criou a alegria, ou que Jesus era um homem de alegria, ou que o Espírito Santo concede alegria, ou que a Bíblia é um livro de alegria, se tudo o que eles têm para avaliar é a minha vida? Será que estou perpetuando o mito de que Deus é um Deus de tristeza, uma vez que não consigo alcançar a vida de alegria que ele designou para mim?”. […]

Quando aqueles que me observam mais de perto fizerem sua pequena lista de pessoas que vivem com alegria, quero ser citada. Você também não quer estar na lista restrita de alguém?

Trecho extraído do capítulo 2 “Revelando quem realmente somos”, págs. 35, 36 e 37. (Resumido e adaptado)

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entrevista augustus nicodemus

Autor fala sobre seu novo livro Polêmicas na Igreja e aborda assuntos urgentes relacionados ao atual cenário evangélico brasileiro.

Não há nada mais urgente do que um retorno às Escrituras. Somente isto trará verdadeiro avivamento espiritual à igreja brasileira. É com essa postura que o Reverendo Augustus Nicodemus convida os cristãos evangélicos ao exame cuidadoso de suas práticas e concepções. Em pleno século 21, no qual uma infinidade de modismos, conceitos e “inovações teológicas” são ventilados e consumidos por públicos cada vez maiores, sobretudo por meio da Internet, o cristão precisa estar alerta a fim de manter sua integridade espiritual e não cair em engodos que possuem aparência de verdade.

Autor de sucessos como O que estão fazendo com a Igreja, também lançado na Itália, e O ateísmo cristão, Nicodemus, pastor, professor e vice-presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil (PIB) tem sido uma eloquente voz na pregação da fé biblicamente fundamentada.

Em entrevista à Mundo Cristão, o autor fala de seu novo livro Polêmicas na Igreja – Doutrinas, práticas e movimentos que enfraquecem o cristianismo, novidade que já está disponível nas livrarias de todo o país, e aborda questões urgentes relacionadas à igreja cristã evangélica brasileira. Confira!

Mundo Cristão: “Inovações teológicas”. Esse é um problema que o senhor diagnostica logo na introdução do livro. Como identificá-las? Elas são sempre prejudiciais? De que forma podem colocar em risco a integridade espiritual de seus praticantes?

Augustus Nicodemus: Precisamos definir “inovações teológicas” em primeiro lugar. Eu entendo o termo como uma referência a doutrinas e conceitos que não encontram respaldo e fundamento nas Escrituras e que são introduzidos na igreja cristã a pretexto de modernidade e progresso. A rigor, a maior parte dessas “inovações” não tem nada de novo. Um bom exemplo disto é a chamada teologia relacional que em anos recentes se apresentou como uma novidade no campo teológico, pretendendo elucidar a questão da presciência de Deus e a liberdade humana. Todavia, nada mais era que a reedição do socinianismo, nome dado a um ensinamento promovido por Lélio e Fausto Socínio no século XVI. Muitas dessas “inovações” são antigas heresias reapresentadas com linguagem nova. Da mesma forma, conceitos como Sola Scriptura, Sola Fide e Sola Gratia não foram inovações teológicas dos Reformadores do século XVI, mas a redescoberta do ensino de Pais da Igreja como Agostinho. Eu não estou dizendo que não há campo para o novo em teologia. Desde que o que se apresenta como novo esteja em consonância com as Escrituras e represente uma compreensão mais clara e profunda das verdades que uma vez por todas já nos foram reveladas nas Escrituras. “Inovações teológicas” entendidas como ensinamentos estranhos às Escrituras certamente afetam, cedo ou tarde, a integridade espiritual dos que os abraçam, pois o que liberta é a verdade e não o novo.

MC: O cristão brasileiro está a cada dia mais conectado com as novas ferramentas de comunicação e pesquisa. Muito provavelmente, na maioria das casas, sobretudo nas grandes cidades, há um aparelho conectado à internet. O acesso à Bíblia e à informação está cada dia mais facilitado. Por que, mesmo assim, tantas pessoas se deixam levar por modismos e desvios que contrariam a sã doutrina cristã?

Augustus Nicodemus: Porque falsos profetas e falsos mestres estão também usando estas ferramentas para divulgação de seus ensinamentos e trazendo confusão e dúvida para muitos. Embora a Bíblia esteja muito mais acessível hoje, o problema nunca foi acessibilidade, mas hermenêutica – como as pessoas leem e entendem a Bíblia? Por outro lado, é preciso reconhecer que por causa das novas ferramentas de pesquisa e comunicação muitas pessoas também têm tido contato com o trabalho de pastores e mestres comprometidos com uma leitura sadia e correta da Bíblia. Grandes teólogos e pastores como John Piper, R. C. Sproul, J. C Mahaney, Paul Washer, entre outros, são muito lidos no Brasil e o trabalho deles tem servido para orientar a muitos.

MC: De acordo com o lema da Reforma, a Igreja está constantemente se reformando, e com ela, seus membros. Como ela pode se abrir para vivenciar tais reformas sem comprometer sua integridade?

Augustus Nicodemus: A reforma constante pregada pelos reformadores pressupunha o referencial das Escrituras: “Sola Scriptura”. O conceito de uma igreja reformada e sempre se reformando assumia que esta reforma consistia numa aproximação cada vez maior ao ensino da Bíblia, o que acarretava a necessidade de mudanças litúrgicas, teológica e práticas e o abandono de tudo que fosse “humano”, isto é, que tivesse sido inventado pelo homem e introduzido na igreja sem respaldo bíblico. Isso foi, em grande medida, o que a Reforma protestante fez em relação à Igreja Romana de sua época. Os Reformadores entendiam que havia uma necessidade constante de reforma, pois todos eles concordavam com a doutrina da depravação total e da santificação como algo progressivo e inacabado neste mundo. Assim, creio que a Igreja de hoje deve estar aberta para se examinar à luz da Palavra de Deus e se reformar naquelas áreas onde se desviou dela. Se conseguirmos manter o foco nas Escrituras, podemos avançar com segurança para mudanças que se fizerem necessárias.

MC: Vivemos numa sociedade que prega a liberdade de expressão, mas que tenta calar aqueles que possuem convicções contrárias à sua perspectiva relativista e secular. Isso é fato. Como o senhor enxerga essa contradição? Ela tem chegado para o interior de determinadas correntes cristãs também? Quais as implicações disso?

Augustus Nicodemus: A contradição é, de fato, gritante. Ela reflete a verdadeira intenção daqueles que defendem liberdade de expressão para todos menos para os cristãos, que é calar o cristianismo e expulsá-lo da arena pública. Infelizmente, eles já obtiveram sucesso na Europa e avançam nos Estados Unidos a passos largos. Aqui no Brasil já estamos sentindo a força desse movimento. Acho que é uma questão de tempo até enfrentarmos uma perseguição aberta e descarada. Não me admira que denominações liberais persigam e calem os que protestam, por exemplo, contra o casamento gay e a ordenação de homossexuais ao ministério da Palavra. O liberalismo teológico não é cristianismo, mas outra religião.

MC: No livro, o senhor diz que “vivemos dias de frouxidão, nos quais proliferam os que tremem diante de uma peleja teológica de maior monta”. “Perdeu-se a virilidade teológica.” Por que isso acontece? De que forma essa postura pode afetar a “saúde” da Igreja?

Augustus Nicodemus: Eu quis dizer que são poucos os líderes que estão dispostos a entrar numa peleja teológica para defender a verdade e resguardar o ensino das Escrituras. Infelizmente, tenho a impressão que a maioria prefere se omitir e tratar de sua vida e de sobreviver em seu ministério. Não defendo e nem apoio aqueles briguentos de plantão que vivem somente no aguardo de uma oportunidade para iniciar polêmicas e conflitos nas redes sociais. O que estou dizendo é que os pastores e mestres deveriam, de forma pacífica, mas firme, pregar todo o conselho de Deus e tratar de assuntos polêmicos e difíceis com mansidão e firmeza, em suas igrejas locais ou em outros fóruns apropriados. Mas hoje o que parece prevalecer é o relativismo e o politicamente correto, onde ninguém quer se expor ou se desgastar em nome da verdade.

MC: Em sua opinião, quais são os principais problemas estruturais que envolvem os movimentos que enfraquecem o cristianismo? A má formação teológica de pastores e líderes seria uma delas?

Augustus Nicodemus: Não tenho a menor dúvida. Além disto, a influência do liberalismo teológico nos seminários e escolas de teologia, e o crescimento do pragmatismo e do misticismo neopentecostal que deseja um crescimento numérico a qualquer custo. Acima de tudo, faltam-nos expositores bíblicos, pastores e mestres que preguem a Palavra com clareza e competência. O povo de Deus ouve e obedece à Palavra, quando ela é ensinada com fidelidade e constância. Grande parte dos pastores são contadores de experiências e que usam a Bíblia como pretexto para suas falas.

MC: Polêmicas na Igreja – Doutrinas, práticas e movimentos que enfraquecem o cristianismo. De que forma o livro se propõe a responder às necessidades urgentes da igreja cristã evangélica no Brasil?

Augustus Nicodemus: O livro reflete alguns dos temas que têm sido objeto de preocupação e discussão dos evangélicos nas redes sociais. Minha expectativa é que este livro traga alguma luz sobre estes temas.

Para saber mais sobre o livro Polêmicas na Igreja – Doutrinas, práticas e movimentos que enfraquecem o cristianismo, clique aqui.

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também é preciso orar

Mau uso do dinheiro público, corrupção, falta de assistência ao necessitado, falhas nas instituições do governo, frustração com a política, protestos transformados em caos generalizado e mortes. Esses são alguns dos assuntos que enchem as manchetes dos jornais e que elucidam o momento delicado que o Brasil vem enfrentando.

Ainda em 2014, a chegada do Mundial de Futebol provocou uma mistura de indignação, instabilidade e patriotismo. Protestos eclodiram por todos os lados, refletindo o sentimento de uma sociedade cansada pela falta de assistência e de uma política voltada às carências da população. O verde e amarelo deixou evidente que, apesar das circunstâncias, o povo brasileiro ainda guarda no peito a esperança de dias melhores e um lampejo de alegria, típico de nossa terra, de nosso povo. Os últimos protestos que mobilizaram as principais capitais do país é um reflexo de que há um anseio latente por mudanças que sejam significativas e que viabilizem uma melhor perspectiva de futuro para os brasileiros. Não foram apenas protestos contra determinados partidos políticos, mas um apanhado de demandas diferentes. O povo se uniu em um clamor plural.

Para o cristão, além de protestar e reivindicar seus direitos, obviamente com decência e ordem, a oração é um recurso eficaz que pode ser utilizado em sua busca por um país melhor.

Na Bíblia, Deus se revelou como Aquele que tem o poder de mudar a História. De fato, todo o poder reside Nele e ele nos estimula a orar em favor de nossa nação, […] o Altíssimo domina sobre os reinos dos homens e os dá a quem quer. Daniel 4:25.

A oração é uma arma poderosa que deve ser utilizada pelo povo de Deus, a fim de ver transformações significativas no governo, na educação, na saúde, no bem estar social. No livro de Jeremias, capítulo 29, o profeta registra a orientação de Deus ao povo que estava em cativeiro na Babilônia. Um retrato do cuidado do Criador pelo seu povo, que mesmo cativo, podia (e pode!) contar com a intervenção do Todo-Poderoso.

O convite é feito. Deus chama o seu povo a orar!

A paz tão sonhada e a estabilidade tão almejada podem ser alvos de nossos pedidos, pois Deus já se mostrou interessado a ouvir o nosso clamor.

Neste momento histórico, ore pela nação brasileira. Sozinho, em grupo, na igreja, em meio ao seu dia a dia… Seu pedido a Deus é importante e faz a diferença.

[…] A oração de um justo é poderosa e eficaz. Tiago 5:16

* Textos bíblicos da Nova Versão Internacional.

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Jesus era feliz?

março - 12 - 2015 0 Comentário

jesus era feliz?

Por Brennan Manning


Será que Jesus sorria? Será que alguma vez riu de verdade?

Os evangelhos jamais mostram Jesus rindo ou sorrindo. Uma coisa, porém, eles atestam: Jesus chorou, e duas vezes — por sua cidade, Jerusalém, e por seu amigo, Lázaro. Mas será que poderíamos afirmar com certo grau de convicção que esse homem santo, semelhante a nós em todas as coisas, exceto na ingratidão, teria chorado de tristeza, mas não poderia ter rido de alegria? Será que Jesus teria se furtado de esboçar um sorriso quando uma criança se aninhasse em seus braços? Ou naquele momento em que o mestre de cerimônias, nas bodas de Caná, quase desmaia no fim da festa, diante dos cerca de 2.300 litros de vinho da melhor qualidade? Ou quando ele divisa Zaqueu pendurado em um tronco de árvore? Ou quando Pedro mais uma vez põe os pés pelas mãos?

Simplesmente não posso crer que Jesus não tenha rido diante de algo engraçado, nem que tenha deixado de sorrir ao experimentar em si mesmo o amor de seu Aba. Veja que ele atraiu não somente um chefe dos fariseus e um centurião romano, mas também conquistou crianças e gente simples como Maria Madalena. Nossa experiência humana nos diz que Jesus não teria cativado essas pessoas se constantemente ostentasse o rosto solene de um enlutado ou o semblante austero de um juiz, se seu rosto não se abrisse muitas vezes num sorriso e se seu corpo inteiro não irrompesse em risos de felicidade.

“E quando a encontra, coloca-a alegremente nos ombros e vai para casa. Ao chegar, reúne seus amigos e vizinhos e diz: “Alegrem-se comigo, pois encontrei minha ovelha perdida”. (Lucas 15:5-6)

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