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citacao-da-semana-68

Frase extraída de Sociedade com Deus, sucesso de William Douglas.

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Resista e avance

dezembro - 20 - 2014 0 Comentário

resista-e-avance

Bianca Toledo, no Facebook

Um crise é sempre uma ponte.

Chegar ao outro lado significa sair do lugar comum, enfrentar os seus medos e iluminar suas sombras, romper paradigmas e apagar frases feitas à seu respeito.

Apagar as pegadas que te levam sempre aos mesmos lugares.

Resistir à uma turbulência é ultrapassar seus limites e alcançar o INÉDITO e EXCLUSIVO: um lugar que é só seu.

Desistir é uma decisão definitiva diante de um confronto temporário.

Não pare e não fuja… Em frente! … Enfrente e chegue até o final!

Esta é a oportunidade de reavaliar suas escolhas e fazer as perguntas certas ao seu coração.

Crises são portas de novas ideias, e chaves que acionam o máximo do seu potencial.

Intimidade com Deus, sinceridade, humildade e persistência transformam uma crise em um presente.
A graduação que você precisava e o passaporte para um tempo de mais maturidade e Paz.

Para a sua meditação:

“Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação” (2 Timóteo 1:7).

Resista e avance.

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o-evangelho-do-e-dai

Maurício Zágari, no blog Apenas

O pastor e escritor Tim Keller foi indagado certa vez por um jovem que estava ingressando em um seminário teológico sobre que conselho ele poderia lhe dar, tendo em vista que começaria a se aprofundar em teologia. A resposta de Keller foi: “Sempre se pergunte ‘e daí?’”. Desde que li esse conselho, ele passou a fazer parte constante das minhas reflexões e começou a nortear minha autocrítica. Toda vez que leio um artigo ou um livro, que ouço um sermão ou escuto um palestra, que assisto a um vídeo ou sou convidado para um evento, invariavelmente me pergunto: “E daí?” – ou seja: é realmente importante e relevante? Se a resposta não for muito frutífera, descarto, ignoro ou passo para a próxima. Mas não só no que se refere ao que os outros produzem, isso vale especialmente para mim. E deixo a sugestão: que passe a valer para você também.

Deixe-me, primeiro, cortar na própria carne. Confesso que é bem frequente acontecer o “e daí?” quando escrevo os textos para o APENAS: começo a redigir um post sobre algo que me parece interessante, mas, de repente, me pergunto “e daí?”… e desisto de prosseguir escrevendo. O mesmo vale para ideias que tenho para livros. Meu pensamento é que, se aquilo não tem uma consequência real na vida das pessoas, se não vai promover edificação, exortação ou consolo, o melhor é não ir adiante. Não quero ser conhecido pelo que escrevo: quero que o que escrevo seja conhecido. E que tenha consequência.

A tentação de entrar por temas teológicos cabeludos, por exemplo, é grande, mas, então, percebo que discutir determinados assuntos será apenas demonstração de vaidade intelectual, sem aplicações práticas… e desisto. Deleto o texto e procuro tratar de algo que de fato tenha consequência na vida de quem me lê. O conflito do “e daí?” é constante, mas tem me poupado de fazer parte do grupo das pessoas que falam, falam e falam sobre temas que não vão fazer nenhuma diferença na vida da dona Maria ou do seu José. Pior: não vão glorificar Deus. Serão puro blá-blá-blá destinado ao envaidecimento pessoal.

Outra área em que o “e daí?” tem sido um magnífico filtro é a das polêmicas. É difícil transitar pelo universo virtual sem deparar com todo tipo de controvérsia ligada à fé. Dá vontade de emitir opinião, criticar, se posicionar para defender a “minha verdade”, como já fiz muito no passado. Mas… sabe o que descobri? Que, quando ligo o interruptor do “e daí?”, percebo que 99% das polêmicas só me farão entrar em debates agressivos contra irmãos em Cristo, sem gerar nenhum resultado de fato produtivo para a Igreja ou o reino de Deus. Claro que polêmica dá ibope, faz você ser visto e comentado, te põe em evidência; por isso tantos cedem à tentação de ir por esse caminho. Para mim? Não, obrigado.

Nosso tempo é muito curto, meu irmão, minha irmã. As horas do nosso dia são preciosas demais e o tempo não volta atrás. Por isso, cada hora da sua vida é valiosa e precisa ser vivida com aquilo que é pão. E isso vale tanto para o que produzimos quanto para o que absorvemos. Por exemplo: existem bilhões de livros no planeta, como selecionar aquele que ocupará suas horas livres esta semana? Na dúvida, acione o “e daí?”. Programas de televisão: vale a pena perder uma hora vendo aquilo que te faz gaguejar na hora do “e daí?” ou seria melhor fazer outra coisa? Passeios, amizades, viagens, eventos, congressos, palestras, programações, prioridades, postagens, redes sociais, escolhas: “E daí?”. Só então tome decisões.

Como vivemos numa cultura em que a mídia, os valores e as pessoas nos dizem o tempo todo que muitas coisas irrelevantes são relevantes, sei que é difícil ter distanciamento suficiente para responder diante de certas atrações: “É… isso não vai somar nada à minha vida ou à dos outros”, e ir fazer outra coisa. Mas, se não começarmos a exercitar a reflexão do “e daí?”, viveremos para o que os outros nos dizem que tem importância e não para o que de fato tem. E, assim, jogaremos no lixo momentos insubstituíveis desse tesouro chamado “vida”.

O “e daí?” tem um nome mais elegante: senso crítico. Ligar o botão do “e daí?” significa, na verdade, ter capacidade crítica de analisar as coisas e saber o que de fato importa e o que é correr atrás do vento. Se conseguir pôr seu senso crítico em prática diariamente, afirmo sem medo de errar que você se tornará uma pessoa mais culta e ponderada, que absorve aquilo que de fato vale o nosso tempo, que produz o que fará diferença no mundo e que passará pela vida deixando um legado que não será comido pela traça e a ferrugem, mas que permanecerá pelas gerações. O senso crítico na hora das suas decisões é, em grande parte, o que fará de você alguém que valeu a pena vir ao mundo.

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o-senhor-e-um-deus-de-milagres

Muito tempo depois, morreu o rei do Egito. Os israelitas gemiam e
clamavam debaixo da escravidão; e o seu clamor subiu até Deus.
Êxodo 2.23

Stormie Omartian

Alguma vez você se sentiu como os israelitas nessa passagem? É possível que tenha suportado um longo período de clamores por livramento. Pode estar agora mesmo em uma situação difícil, sem meios aparentes de saída. Quem sabe você ou alguém a quem ama esteja sofrendo, o que a leva a se perguntar se Deus pode ouvir seus pedidos de ajuda.

Quando os israelitas clamaram, Deus não só os ouviu como fez muito além de apenas aliviá-los. Ele os livrou completamente. Mas as coisas aconteceram à maneira de Deus. A primeira tentativa de livrar o povo pareceu falhar, porque os egípcios acabaram dando a Israel mais trabalho. Mesmo quando Moisés e Arão realizaram milagres, o faraó endureceu o coração. As circunstâncias pareciam mais desesperadoras que nunca. Entretanto, é em meio a situações sombrias que Deus realiza sua maior obra. Embora os filhos de Israel permanecessem escravos quase quatrocentos anos, Deus os ouviu e olhou para eles.

Ele fará o mesmo por você. Ao clamar a Deus, suas orações chegam ao coração dele. Lembre-se apenas de que ser liberta pode ser um processo rápido ou gradativo, dependendo do que Deus queira ensinar.

Seja paciente e continue a orar. nunca deixe de crer que o Senhor é um Deus de milagres.

Senhor, clamo a ti pedindo libertação de tudo que me impeça
de ser aquilo que desejas. Liberta-me do que me separa de ti.
Sei que mesmo em meio a uma situação que parece desesperadora,
tu podes realizar a obra mais maravilhosa. Obrigada porque tu és um
Deus de milagres.

Fonte: Bom dia – Leituras diárias com Stormie Omartian

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