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ore pela liberdade religiosa

O cristianismo é hoje a religião mais perseguida do mundo: 75% das vítimas de perseguição sofrem por seu amor e sua fidelidade a Cristo, segundo pesquisa da Universidade Abat Oliba, em Barcelona (Espanha). Isso representa um total de 200 milhões de irmãos que enfrentam perseguição, opressão ou prejuízo social devido à sua fé.

No Brasil, o cristianismo vem sofrendo ataques constantes de grupos que se opõem aos valores bíblicos e querem impor seus interesses. Embora Jesus tenha dito que seríamos bem-aventurados quando, por causa dele, fôssemos insultados, perseguidos e caluniados (Mt 5.11-12), precisamos orar pela liberdade de viver e proclamar aquilo em que cremos (Dn 6).

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Pai de amor, teus filhos sofrem. Muitos são os ataques das forças visíveis e invisíveis que odeiam a ti e aqueles que se chamam pelo teu nome. Mas tu és “o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade”. E, por isso, não temeremos (Sl 46.1-2). Livra teus filhos da perseguição, Senhor, que, antes de ser contra nós, é contra ti (At 9.4-5). Em nome de Jesus. Amém.

Texto extraído da obra “É tempo de orar”, pág. 8

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entrevista maurício zágari

Confira nossa conversa com o autor e saiba mais sobre o livro que aborda um dos temas mais delicados da experiência humana.


Maurício Zágari. Teólogo, jornalista, editor, autor, professor, esposo, pai. São muitas as experiências que fazem desse jovem escritor de 43 anos, carioca de Nova Friburgo (RJ), uma pessoa que se comunica com facilidade e clareza e que, por meio de seus artigos e publicações, toca o coração de uma multidão de leitores que encontra alento, direcionamento, ânimo e motivação em seus textos sempre pautados pela Palavra de Deus.

Vencedor do Prêmio Areté nas categorias “Autor revelação” e “Melhor livro de ficção/romance” por “O Enigma da Bíblia de Gutemberg (2010), Maurício é o autor de Perdão Total – um livro para quem não se perdoa e para quem não consegue perdoar, lançado pela Mundo Cristão em 2014, publicação que logo se tornou em sucesso de vendas no Brasil.

Em 2015, uma nova obra do autor chega às livrarias – O fim do sofrimento - um livro para quem busca consolo e esperança nos momentos mais sombrios. Nele, Zágari aborda o tema o fim do sofrimento a partir duas perspectivas: o fim como finalidade e propósito; e o fim como término e extinção do tempo de luta e de dor. Estruturado em torno de trinta afirmações que pessoas em sofrimento costumam expressar, a obra traz um conjunto de reflexões baseadas nas Escrituras e que têm por objetivo fortalecer e orientar todos aqueles que estão tristes, fracos ou abatidos.

Em entrevista à Equipe de Comunicação da Mundo Cristão, Mauríco Zágari fala mais sobre o lançamento e sobre esse assunto delicado que permeia a experiência humana. Nela, o autor ainda esclarece o porquê de existência do sofrimento no mundo e dá orientação para quem está enfrentando a depressão. Confira!

Mundo Cristão:O fim do sofrimento”? O que o motivou a escrever um livro sobre esse tema?

Maurício Zágari: Decidi escrever essa obra por observar a angústia de multidões de pessoas que vivem os mais variados tipos de sofrimento sem saber como encontrar alívio, consolo e paz. Elas sofrem, choram, se entristecem, se deprimem e não enxergam caminhos. O livro aponta esses caminhos com honestidade e fidelidade bíblicas, sem fazer falsas promessas. Meu intuito é levar o leitor a experimentar a paz em meio à dor, seja ela de corpo, seja de alma.

O fim do sofrimento tem dois objetivos principais. Primeiro, mostrar, à luz da verdade bíblica, por que um Deus bom permite que pessoas sofram. Segundo, oferecer respostas honestas, baseadas nas Escrituras, que tragam alívio para o fardo do sofrimento. É, portanto, um livro que oferece respostas para a mente mas, também, paz à alma.

MC: Sofrimento e fé podem caminhar juntos? O que dizer sobre determinadas abordagens triunfalistas que negam o sofrimento e o veem apenas como efeito de ações demoníacas ou como “punição” em resultado de alguma prática pecaminosa?

Maurício Zágari: Sofrimento e fé caminham juntos de Gênesis a Apocalipse. Ter fé não nos isenta de sofrer. Jesus tinha fé e não há quem possa negar que ele não tenha sofrido terrivelmente, a ponto de dizer “A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal” (Mt 26.38). E, isso, antes mesmo de o prenderem e de começar o agonizante processo de tortura que durou até a cruz.

Os apóstolos também sofreram muito, apesar de terem uma fé tão grande a ponto de dar a vida pelo evangelho. Os mártires da Igreja primitiva são outro exemplo. Jó. Abraão. José. Moisés. Davi. Elias. Daniel. Jeremias. E tantas outras pessoas que conhecemos pelo relato bíblico e pela história da Igreja e que sofreram bastante, apesar de ter muita fé. É um fato inegável: ter fé não nos isenta de sofrer.

O chamado “triunfalismo” é um ensinamento de quem, lamentavelmente, não compreende o que a Bíblia fala sobre a questão do sofrimento ou sobre o modo de Deus agir. Espero que os irmãos que seguem essa doutrina venham a compreender o que a Escritura realmente diz sobre o assunto. Oro ao Senhor para que O fim do sofrimento seja um instrumento nas mãos de Deus para a transformação de corações e mentes.

MC: Mas… se Deus é bom e Todo-poderoso, por que então existe o sofrimento no mundo?

Maurício Zágari: O sofrimento é efeito colateral do pecado. Deus não é o culpado por nossas dores, o pecado é. Desde que Adão e Eva deram espaço à desobediência, a humanidade colhe os frutos amargos da transgressão. Repare que, quando Deus descreve ao primeiro casal quais seriam as consequências da Queda, ele menciona três vezes o sofrimento, como vemos em Gênesis 3.16-17.

No entanto, Deus não ficou apático ante a entrada do sofrimento no mundo. Justamente por ser infinitamente bondoso, gracioso, amoroso e misericordioso, ele decidiu desfazer esse mal, ao entregar Jesus para morrer pelos pecadores. Assim, aqueles que o recebem como Senhor e Salvador ganham, sem merecer, acesso a uma eternidade totalmente livre de sofrimento, dor, choro ou angústias.

“O fim do sofrimento” deixa claro que nossas aflições são uma vírgula em nossa história, não o ponto final. Teremos uma eternidade de paz e felicidade ao lado de Jesus. A questão é: o que devemos fazer enquanto estamos no olho do furacão, como agir para ter paz agora, quando o sofrimento nos agarra e parece não querer largar mais? É isso que o livro responde.

MC: No livro, você faz uma breve e importante abordagem sobre os dois principais tipos de depressão. Resumidamente, a depressão que é uma doença causada por alterações químicas do cérebro e a que é resultante do profundo abatimento da alma. Como distinguir uma da outra e como saber que é a melhor hora para buscarmos ajuda profissional e espiritual, respectivamente?

Maurício Zágari: Se alguém está sofrendo de depressão, o melhor momento para buscar ajuda é ontem. Depressão é um quadro que não permite adiar a procura por auxílio, pois ela é capaz de transformar uma pessoa em outra. E só quem pode dizer de que tipo de depressão sofremos é um médico psiquiatra. O especialista faz uma análise do caso e, se for diagnosticada a depressão, é preciso buscar tratamento. Dependendo de cada caso, há diferentes tipos de providências a tomar, sejam elas médicas, psicológicas ou espirituais. Isso é um assunto sério e deve ser visto com a gravidade que merece, sem misticismos ou irresponsabilidade.

MC: Na era das redes sociais, da publicidade e da busca incessante por satisfação e por estilos de vida que não condizem com a realidade da maioria das pessoas, saber que “ninguém é alegre o tempo todo” gera um choque e ao mesmo tempo um alivio. De que forma essa consciência pode libertar um indivíduo para vivenciar suas dores e lutas sem vergonha ou retraimento?

Maurício Zágari: Jesus deu a resposta: conhecerão a verdade, e a verdade os libertará. Temos de lidar com nossas dores e lutas dentro do que a Bíblia estabelece como sendo verdade e não segundo o que as novelas, os filmes de Hollywood, a propaganda e a cultura secular vendem como verdade. Só em Cristo, que é a verdade suprema, temos liberdade real e somos capazes de caminhar sem temer influências alheias à realidade conforme as Escrituras apresentam.

Ninguém é alegre o tempo todo. Isso é um fato da vida, pois é um fato bíblico. Nenhum ser humano apresentado nas Escrituras foi alegre o tempo todo. Nenhum. Vivemos sob o peso do mundo material e espiritual que nos cerca e da nossa carne — e não há como ser constantemente alegre debaixo dessa pressão. Mas, pela graça de Deus, somos habitação do Espírito Santo, que tem entre as virtudes de seu fruto a alegria. Por isso, é totalmente possível encontrarmos em Deus alegria e felicidade nos momentos mais sombrios. É o que O fim do sofrimento mostra.

MC: E sobre o fim do sofrimento num sentido de término e extinção. Saber que um dia Deus acabará com todos os sofrimentos da humanidade também é uma abordagem libertadora. Certo?

Maurício Zágari: Veja como a Bíblia descreve o futuro daqueles que vivem em Cristo: “Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos. O próprio Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou” (Ap 21.3-4).

Tem como não se emocionar, se alegrar e vibrar de alegria e felicidade ao ler essa afirmação? Essa é a promessa mais extraordinária, espetacular e maravilhosa das Escrituras! Vamos viver com o próprio Deus, em sua companhia pessoal, numa realidade sem tristezas, sem dor… sem sofrimento! Como nos mostra O fim do sofrimento, esse entendimento é esplendidamente libertador e deve nos dar forças para caminhar a cada dia, sabendo que o nosso destino final é pura glória e paz.

MC: Qual a sua mensagem para os leitores e, especialmente, para aqueles que estão atravessando momentos sombrios?

Maurício Zágari: Meu irmão, minha irmã, Deus não se esqueceu de você nem está alheio à sua dor. Ele entende e sente o que você está enfrentando e usa o seu sofrimento para uma finalidade maior. A Bíblia afirma que “os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno” (2Co 4.17-18).

Abrace essa certeza, sabendo que tudo o que você está enfrentando hoje terá uma finalidade que resultará em glória. Que finalidade é essa? Não sei. Mas Deus sabe. E aquele que sabe todas as coisas é quem conduz você pessoalmente, rumo a um futuro de paz, alegria, felicidade e glória eternas. Tenha paciência, por saber que sua vida está em boas mãos: aquelas que foram cravadas numa cruz por amor a você.

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O perdão de Deus está disponível para você e ele é total!

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a ação do espirito santo em nós

Por Kenny Luck em “Decole”


O Espírito Santo muda a maneira como vemos e filtramos nossas circunstâncias. Somente através do Espírito Santo é que os obstáculos podem se tornar oportunidades divinas. Somente através do Espírito Santo é que pedras de tropeço podem ser transformadas em plataformas rumo à maturidade e ao crescimento pessoal. Somente através do Espírito Santo é que Deus pode pegar um pecado que Satanás desejava usar para nos destruir e usá-lo para nos transformar nos homens que obtém vitória sobre o inimigo. O trabalho do Espírito Santo em sua vida é redimir sua mente e reemoldurar suas situações através do filtro dos propósitos de Deus. Ele envia a sua mente e a seu coração a segurança de que “Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito”. (Rm 8.28). O resultado: você supera todas as suas dificuldades.

Trecho extraído do capítulo 7 “Visão é recepção”, págs. 13 e 14.
Título adaptado.

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você é maravilhoso

Por Larry Titus em “Teleios: o homem completo


Talvez alguns de nós estejamos na pequena minoria de homens nascidos em lares equilibrados onde amor não condicional era distribuído livremente. Um senso saudável de valor próprio surgiu naturalmente num ambiente apoiador e capacitador. Papai e mamãe estavam disponíveis para treinar e nutrir, e o resultado foi um senso interior de segurança, valorização e valor próprio.
Muitos outros homens cresceram num ambiente emocionalmente perigoso, gerado por um pai ausente, desconectado, distante, exigente, disfuncional, motivado por desempenho, alcoólico ou abusivo. Esses filhos tiveram que encontrar seu valor próprio, e, inevitavelmente, foi um valor próprio baseado em fatores externos. Se isso descreve você, esses fatores incluem sua aparência, seu intelecto, sua aptidão atlética, seus músculos, suas habilidades musicais, sua destreza em atrair garotas, seu carro, sua capacidade de ganhar dinheiro, sua firmeza ou, em alguns casos, seu mau comportamento.

Depois do ensino médio ou da faculdade, ainda motivado pelo desempenho, você precisou lidar com sua autoestima baixa. Provavelmente trocou seu sistema de valores mais jovem pela validação oferecida no ambiente de trabalho. Você pensou: “Afinal de contas, se eu me der bem em minha ocupação, começarei a me sentir bem em relação a mim mesmo de novo”. E terá de admitir que todas aquelas habilidades “prazerosas” que tinha no ensino fundamental e no ensino médio estavam evaporando rapidamente. Os músculos começam a ficar flácidos, os joelhos para o futebol e o basquete entregam os pontos, o cabelo afina, os neurônios começam a morrer, a barriga começa a aparecer e as garotas desaparecem.

Desse modo, à medida que os fatores externos passam a ser menos relevantes, o ambiente de trabalho fornece novas maneiras de você medir a si mesmo. Mas o que acontece se as coisas não derem certo no trabalho? E se você perder seu emprego ou não atingir a meta? E se outros forem promovidos antes de você? O que você faz se o seu pagamento sempre ficar abaixo das necessidades da sua família?

Por fim, todos aqueles fatores externos que lhe davam o valor próprio vão se desintegrar e desapontar. Você descobrirá que apenas o valor que Deus coloca em você traz significado real e duradouro. Ele se baseia na maneira de Deus ver você. Baseia-se no amor incondicional que ele tem por você. Baseia-se em sua disposição de ver a si mesmo como Deus o vê.

O verdadeiro valor próprio não vem de algo que realizamos ou adquirimos. Vem apenas do valor que o próprio Deus colocou em nós porque somos criação dele. Uma vez que o seu verdadeiro valor, sua autoestima e seu senso interno de valor só podem vir de fato de Deus, então é hora de começar a ver a si mesmo sob uma ótica completamente diferente. Você não pode mais julgar a si mesmo pelo que faz ou possui. Aos olhos de Deus, você é maravilhoso — não por algo que você tenha feito, mas apenas pelo que ele fez. Digo repetidamente aos homens: “Você é maravilhoso, e você nem sequer pode evitar isso. Deus o criou desse jeito”.

Trecho extraído do capítulo 1 “Sua identidade”, págs. 29 a 21.
Título adaptado

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