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derrube-as-mascarasBrennan Manning

O Senhor ouve o clamor dos pobres. Quando declaramos trégua ao ódio que alimentamos por nós mesmos e abraçamos o que realmente somos, inicia-se o processo da libertação. Mas muitas vezes receamos fazê-lo por temer a rejeição.

Como Quasímodo, o corcunda de Notre Dame que se imaginava hediondo, cobrimos com cosméticos e maquiagem espiritual nossa desgraça e suposta feiúra para nos tornarmos apresentáveis diante de Deus. Não é esse o nosso verdadeiro eu.

A oração autêntica chama-nos a uma sinceridade rigorosa, a sair do esconderijo, a desistir de procurar parecer impressionantes, a reconhecer nossa total dependência de Deus e a realidade de nossa situação pecaminosa.

É um momento de verdade quando as defesas caem e as máscaras são derrubadas num ato instintivo de humildade.

Pois estamos tendo o cuidado
de fazer o que é correto,
não apenas aos olhos do Senhor,
mas também aos olhos dos homens.
2Coríntios 8:21

Fonte: Meditações para maltrapilhos

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cinco-pontos-de-uma-visao-biblica-sobre-etica-na-politicaAugustus Nicodemus

1) Toda autoridade procede de Deus (Romanos 13). Os governantes são vistos como servos de Deus neste mundo, para através da política e do exercício do poder promover o bem comum, recompensar os bons e punir os maus. Como tal, haverão de responder diante de Deus pela corrupção na política, pela insensibilidade e pelo egoísmo. A visão do cargo político como sendo uma delegação divina desperta no povo o devido respeito pelas autoridades, mas, ao mesmo tempo, produz nestas autoridades o senso crítico do dever.

2) Por outro lado, a Escritura não reconhece “o conceito da soberania absoluta do Estado, “um produto do panteísmo filosófico alemão” (Abraham Kuyper, 2002, p. 96) e nem o conceito da soberania absoluta do povo, conforme defendido pela revolução francesa. O poder reside em Deus. Tanto o poder do Estado quanto do povo são delegados por ele visando a organização da humanidade. Como conseqüência, nenhum ser humano tem poder sobre seus semelhantes, a não ser quando delegado por Deus, ao ocupar um cargo de autoridade. Portanto, é antibíblica toda opressão política à mulher, ao pobre e ao estrangeiro, todo sistema político que produza escravidão, todo conceito de castas e qualquer distinção entre sacerdotes e leigos.

3) Já que o poder não é intrínseco ao ser humano, mas uma delegação divina, deve-se resistir pelos meios corretos a quem exerce o poder político em desacordo com a vontade de Deus. Esta vontade divina para os governantes se encontra claramente expressa na Bíblia, como por exemplo, nos Dez Mandamentos. Entre eles encontramos proposições como “não furtarás”, “não dirás falso testemunho”, “não matarás”. Esses mandamentos refletem absolutos éticos presentes em todas as civilizações, em função de todos os seres humanos levarem em sua constituição a imagem e semelhança de Deus – com maior ou menor precisão, em função da imperfeição moral existente na humanidade. Nenhum governante tem imunidade contra a Lei de Deus. Resistir à corrupção na política é dever de todos e a vontade de Deus para cada pessoa.

4) A corrupção na política é vista na Bíblia como tendo origem primariamente no coração dos seres humanos. A Bíblia afirma que não há sequer uma pessoa justa neste mundo. “Todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Jesus Cristo disse que é do coração dos homens e das mulheres que procedem “maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias” (Mateus 15.19-20). Quando a causa é identificada, há condições de se buscar o remédio adequado. Aqui se percebe a insuficiência de éticas humanistas reducionistas, que analisam apenas aspectos sociológicos e antropológicos da corrupção na política, deixando de incluir a dimensão pessoal: egoísmo, maldade, crueldade, despotismo, avareza, inveja, cobiça. As Escrituras pregam uma conversão interior dos governantes e dos governados a Deus, que se arrependam do mal e pratiquem obras de justiça.

5) Por fim, a Escritura nos ensina, ainda que de forma indireta, o conceito de graça comum (concedida a todos). Há princípios gerais estabelecidos por Deus que, se seguidos e aplicados, produzirão a ética na política. Deus abençoa a humanidade em geral com virtudes e qualidades, independentemente das convicções religiosas e políticas das pessoas. É por este motivo que encontramos quem se professa cristão e não tem ética, e encontramos a ética funcionando pelas mãos de quem não se declara cristão. Ao reconhecer a graça comum de Deus, o cristão entende que o caminho para a ética na política não é necessariamente colocar em cargos políticos quem se professa cristão, mas contribuir para que os princípios de igualdade, justiça, honestidade, verdade, transparência, equidade, misericórdia e outros acima mencionados sejam reconhecidos e exercidos por todos, independentemente da convicção religiosa.

Fonte: Facebook

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citacao-da-semana-46Frase extraída de É seu filho, não um hamster,  livro de Kevin Leman.

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Obrigado, Alemanha

julho - 19 - 2014 0 Comentário

obrigado-alemanhaWilliam Douglas

Escrevo após assistir o vídeo “Obrigado, Brasil“, divulgado pela Alemanha.  – Respondo.

Muito gentil você, Alemanha.

Mas, para ser sincero, quem tem que agradecer somos nós:

1, pelas lições em campo,

2, pelas lições fora dele.

Obrigado, Alemanha, por revelar que diferença fazem a seriedade, o treino, o trabalho duro, a organização, a humildade, o trabalho em equipe, e tudo o mais. É algo que precisamos muito aprender. Anoto que torci muito pela minha seleção, inclusive estando pessoalmente com minha filha no jogo contra a Holanda, naquele 3 x 0. Minha reclamação por faltar tudo isso na seleção brasileira não é a de quem torce contra, mas justamente a de quem torce a favor.

Obrigado, Alemanha, por vencer de 7 sem firulas nem gracinhas, mostrando respeito pelo adversário em seu momento mais fraco, postura tão rara aqui nessas latitudes. Profissionalismo e respeito são outras lições que nos legou.

Obrigado, Alemanha, por aquela mensagem dizendo que sabe o que é perder uma semifinal dentro do próprio país e falando bem da “amarelinha”, e obrigado por não lembrar que você perdeu de um a zero no final da prorrogação. Lembro até hoje do time alemão de cabeça baixa, que só se levantou quando o estádio cantou que tinha orgulho dele. Foi lindo (obrigado, povo alemão, pela lição de orgulho e patriotismo, obrigado).

Obrigado, Alemanha, por nos poupar de ver os argentinos nos zoarem mais ainda. Sem a taça eles já não souberam respeitar as estrelas nem a hospitalidade que receberam, apesar da rivalidade em campo. Imagine se tivessem ganhado?! Logo eles, a siete copas sin ganarem náda. Obrigado por nos poupar de outro maracanazo, Alemanha.

Obrigado pela forma como levou as coisas na Bahia, onde os jogadores ficaram concentrados. Aliás, obrigado pelo exemplo de ficarem concentrados. Obrigado por treinarem no horário de sol a pino, por não colocarem ar-condicionado na academia, e por treinarem tantos dias.

Obrigado por terem brincado tanto com nossas crianças, inclusive as pobres, e também com as deficientes.

Obrigado pela doação da ambulância, obrigado por aparecerem nas festas, por visitarem nossos índios, obrigado por construírem o CT, por empregarem brasileiros, por cantarem nossos hinos e por abraçarem nosso tão aviltado pavilhão (não pelo nosso time, o jogo deles foi mera consequência, falo dos corruptos que existem em nossa nação).

Senti falta da nossa seleção visitando crianças, orfanatos. Essas coisas, Alemanha, parecem pequenas, mas não o são. Então, também por isso, por visitar por nós, obrigado, Alemanha.

Obrigado, por fim, por dizer obrigado. Gratidão é algo pouco comum por aqui e no país aqui de baixo (refiro-me à posição geográfica e ao número de títulos da Argentina).

Obrigado, Alemanha, por seu técnico (e confederação idem) achar que tem algo a aprender com os outros.

Por aqui, o presidente da CBF disse: “Posso afirmar que não temos nada a aprender com ninguém de fora, principalmente no futebol. Sempre tivemos os melhores do mundo. Já vencemos cinco vezes a Copa” (José Maria Marin, Presidente da CBF). Pensando assim, é certo que as coisas por enquanto não vão bem por aqui. Então, Alemanha, obrigado, pois do jeito que vai só faltam 2018, na Rússia, e 2022, no Catar. Se apenas querem aprender com quem tem mais campeonatos, quero que chegue logo ao hexa, e vai que, enfim, Alemanha, alguém aqui resolva aprender algo com você (seguindo a lógica louca do Presidente da CBF).

Aí, e me desculpe, Alemanha, então vai ter jogo, e espero com todo o respeito e gratidão que merece, que nosso time enfim volte a vencer. E se acontecer, obrigado, Alemanha, obrigado outra vez. Vamos agradecer a você com um grande jogo.

Enfim, parabéns pelo feito e obrigado por tudo. A quarta estrela ficará muito bem na sua camisa. Apesar do 7×1, não imagina quanto exemplo e alegria nos deu.

Obrigado, Alemanha!

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